domingo, 24 de setembro de 2023

Investigações do duplo homicídio que vitimou o casal Guilherme Alves e Thayza Kelly devem ser federalizadas.


 


O duplo homicídio ocorreu em 7 de janeiro de 2018, entre as cidades de São Mamede e Santa Luzia, na região metropolitana da grande Patos. As investigações estão a cargo da Polícia Civil. Até o momento, não se compreende por que esse hediondo crime não foi solucionado. A Polícia Civil chegou a anunciar que havia identificado os responsáveis por essa barbárie, mas, inexplicavelmente, o caso foi gradualmente esquecido.


Quais são as dificuldades que impedem o esclarecimento do caso? O duplo homicídio não parece ser de difícil resolução. As vítimas, Guilherme Alves e Thayza Kelly, eram pessoas comuns e respeitadas pela sociedade. Quem poderia ter interesse em executar esse jovem casal? Eles tinham relacionamentos anteriores, o que levanta a possibilidade de motivação passional. Investigar esses relacionamentos anteriores pode fornecer pistas para elucidar esse terrível crime.


A linha de investigação de crime passional já foi explorada pela Polícia Civil, levando à prisão de um suspeito, mas as evidências não foram conclusivas, e o suspeito foi libertado por falta de provas contundentes. No entanto, as autoridades competentes, tanto a Polícia Civil quanto o Ministério Público, devem dar uma resposta adequada às suas responsabilidades, sob pena de prevaricação. A impunidade precisa ser combatida, considerando as vidas perdidas e as famílias devastadas.


Sabemos que existem depoimentos nas mãos da Vara Criminal de Patos que apontam possíveis mandantes e executores. Esses responsáveis podem representar uma ameaça contínua à sociedade. A sociedade exige uma resposta imediata. É crucial tirar de circulação aqueles que cometeram esses crimes e acreditam na impunidade.


Se houver forças políticas e econômicas envolvidas nas mortes de Guilherme Alves e Thayza Kelly, que alimentam a ilusão da impunidade, saibam que isso não será tolerado. Pode-se corromper algumas partes de um organismo, mas não o organismo como um todo. O que todos desejamos é JUSTIÇA.