segunda-feira, 10 de agosto de 2020

CRIME PASSIONAL OU POLÍTICO: QUEM MANDOU MATAR O CASAL GUILHERME E THAYZA



Ninguém entende o porquê, até a presente data, o brutal assassinato do jovem casal Guilherme Alves e Thayza Kelly continua sem solução jurídica. O crime levanta suspeita de ter “justificativa” afetiva e política desde as primeiras investigações.

 Ex-policial, Kada Queiroz, ex-companheiro da vítima, foi preso de forma preventiva sob suspeita de ter cometido o brutal delito e o mesmo possuía um registro de medida preventiva contra ele, realizado por Taísa, na Delegacia da Mulher. Informações nos chega de que a família da jovem assassinada irá solicitar ao Ministro da Justiça que apure o caso, através da Polícia Federal. 

Se isto vier a acontecer, será um vexame para a Polícia Cívil da Paraíba, a qual será mal na história, por ausência de conclusão do rumoroso processo criminal que ocorreu em 2018. A suspeita política é causa de dias antes do duplo homicídio, acontecendo entre o prefeito de São José de Espinharas, Neto Gomes, e a vítima Guilherme Alves, tesoureiro da prefeitura. 

O desentendimento teria, provavelmente, ocorrido por questões relacionadas às finanças do município. No contexto de crime passional, Guilherme, casado com a irmã do prefeito, Srª. Fátima Gomes, apaixonou-se perdidamente pela jovem Thayza – a qual, por sua vez, havia vivido com o citado suspeito Kada, pai de sua filha que agora está sob sua tutela, para desespero e inconformismo da família da jovem covardemente assassinada aos 27 anos de idade. 

A sociedade sertaneja cobra justiça. O silêncio do caso desperta suspeita de que alguém com influência trabalha para que o duplo homicídio não seja solucionado. Ao procurar agir buscando a intervenção do Ministério da Justiça, através da possível entrada da Polícia Federal como investigadora, o intrigante caso ganhará outros contornos investigativos. 

Os suspeitos se dizem inocentes. Se são de fatos inocentes, quem teria interesse em cometer o crime contra Guilherme e Thayza? O sangue destes jovens clama por justiça. O Ministério Público tem a palavra. Em conclusão, uma importante rede de televisão está interessada em fazer uma reportagem sobre o caso. 

A entrada da grande imprensa pode tirar do esquecimento proposital este lamentável acontecimento, que envergonha a sociedade do sertão.